És, hoje, o meu grito mais verdadeiro, a luz da lua, o frio da areia molhada, o meu coração, pleno!.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
praia
Desenhás-te todas as tuas formas, oceano puro, em mim. Débeis e frágeis tatuagens, infinitas de tempo, não chegarão nunca. Palavras serão sempre insuficientes porque o que ficou foi de tal forma cristalino que nenhuma linguagem, a não ser a do silêncio, poderá alguma vez descrever. Ficou uma espécie de choro, de arrepio, uma qualquer forma de amor destroçado.